Valor para vantagem competitiva

DOS ARQUIVOS DE RASCUNHO: (5 anos atrás)

RESUMO. Esse link veio do escritório e não da universidade mas tem links com organização industrial pelo menos como tipologia das firmas, que pode valer a pena utilizar no lugar ou em paralelo com a do GIC-IE ou outras mais tradicionais.

Building on Thompson’s (1967) typology of long-linked, intensive, and mediating technologies, this paper explores the idea that the value chain, the value shop, and the value network are three distinct generic value configuration models required to understand and analyze firm-level value creation logic across a broad range of industries and firms. While the long-linked technology delivers value by transforming inputs into products, the intensive technology delivers value by resolving unique customer problems, and the mediating technology delivers value by enabling direct and indirect exchanges between customers. With the identification of alternative value creation technologies, value chain analysis is both sharpened and generalized into what we propose as a value configuration analysis approach to the diagnosis of competitive advantage. With the long-linked technology and the corresponding value chain configuration model as benchmark, the paper reviews the distinctive logic and develops models of the value shop and the value network in terms of primary activity categories, drivers of cost and value, and strategic positioning options.

via Configuring value for competitive advantage: on chains, shops, and networks – Stabell – 1998 – Strategic Management Journal – Wiley Online Library.

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Industrialização e desenvolvimento (artigo recomendado)

Boa resenha da discussão sobre o tema.

Este artigo recupera os elementos essenciais do debate sobre o papel do processo de industrialização para o desenvolvimento econômico brasileiro. O artigo analisa diversos momentos deste debate, desde suas origens até as recentes discussões sobre a desindustrialização. Argumenta-se que a evolução do tema influencia e é influenciada pelas condições históricas vigentes. Sua conclusão central é que o debate é profundamente marcado pelos diferentes pontos de partida teóricos e metodológicos adotados pela literatura

Palavras-chave: História do pensamento econômico; Economia brasileira; Industrialização; Estrutura produtiva e desenvolvimento; Heterodoxia x Ortodoxia.

via Economia e Sociedade – Industrialização e desenvolvimento: uma análise do pensamento econômico brasileiro.

Política industrial rejuvenescida

Ensaio novo do Stiglitz, com um pouquinho de resumo do tema.

Today, the relevance and pertinence of industrial policies are acknowledged by mainstream economists and political leaders from all sides of the ideological spectrum. But what exactly is industrial policy? Why has it raised so much controversy and confusion? What is the compelling new rationale that seems to bring mainstream economists to acknowledge the crucial importance of industrial policy and revisit some of the fundamental assumptions of economic theory and economic development?

via Heterodox Microeconomics.

Sobre desindustrialização prematura

Agora é o Dani Rodrik falando. Até ele. Até o Tyler Cowen comentou. Antes eu estava convencido, passei a ficar na dúvida e agora o viés de aceitação está voltando. Mais leitura à vista.

As I explain in a new Project Syndicate column, the early onset of deindustrialization has a number of implications.  On the economic front, it slows down growth and delays  economic convergence. Politically, it forecloses the typical path to democracy — through the development of a labor movement, disciplined political parties, and habits of compromise and moderation arising out of industrial struggles over pay and working conditions.

via Dani Rodrik’s weblog: On premature deindustrialization.

ESTADÃO: ‘Empresas do País não inovam porque não precisam’, diz Passos

É o caso da cenoura e do chicote, mas só temos a cenoura. O debate é encaminhado para que se chegue à conclusão por mais abertura comercial. OK, mas não vamos nos esquecer da possibilidade de contrapartidas (como no regime automotivo) ou exigência de exportação (como nos casos clássicos asiáticos).

“As empresas brasileiras não inovam porque não precisam.” Assim o empresário Pedro Passos, cofundador e presidente da Natura, resumiu a mensagem de sua palestra ontem para uma pequena audiência de pesquisadores na Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências (ABC), no Centro do Rio.

Passos fazia parte de uma mesa de cientistas e empresários, reunidos para debater os desafios de estimular a pesquisa e desenvolvimento (P&D) para j inovação tecnológica nas empresas brasileiras. Segundo Passos, não há estímulo nem necessidade para fazer inovação no Brasil, porque a maioria das indústrias nacionais ou vive de exportar matérias-primas ou vende seus produtos somente para o mercado interno, no qual a competitividade é baixa.

“Quem não disputa mercado internacional tem mercado cativo em casa, o que faz com que a empresa não precise inovar”, disse. “No mercado nacional há mais incentivos, o risco é menor, o apetite de inovação é menor, e a empresa pode oferecer um produto de qualidade inferior. Esse é o quadro.”

via ‘Empresas do País não inovam porque não precisam’, diz Passos — Portal ClippingMP.

Desindustrialização: mais fontes

Para os interessados no tema, foram publicados vários artigos em jornal e blogs sobre o tema. Ainda continuo na dúvida SE existe e QUANDO é ruim.

Entrevista do professor Edmar Bacha sobre desindustrialização | Blog do Mansueto Almeida.

Os desafios da indústria: palestra na FIEC | Blog do Mansueto Almeida.

Há futuro para a indústria no Brasil? – Blog do Instituto Millenium.

Economia e Desenvolvimento: Brasil erra ao não focar na indústria.