Ciência reprodutível com R

Segue o link para uma apresentação do pessoal da Microsoft de como utilizar a linguagem R para aumentar a reprodutibilidade de sua pesquisa. Este vem sendo um tema que tenho insistido nos últimos tempos e que tem crescido bastante, com novos métodos e recomendações práticas mais claras.

Yesterday, I had the honour of presenting at The Data Science Conference in Chicago. My topic was Reproducible Data Science with R, and while the specific practices in the talk are aimed at R users, my intent was to make a general argument for doing data science within a reproducible workflow. Whatever your tools, a reproducible process:Saves time,Produces better science,Creates more trusted research,Reduces the risk of errors, andEncourages collaboration.

Fonte: Reproducible Data Science with R

Divulgação das bases de dados

Assunto importante debatido no blog do Gelman, sobre estatística (na maioria das vezes). Minha posição é de maior divulgação possível, tanto para as bases como também para os códigos. Na minha tese usarei uma base fechada, mas pretendo divulgar o código (github talvez?). A melhor forma de separar o trabalho de “arrumação” dos dados dos próprios, e explicitar o “valor adicionado” do seu trabalho é que a limpeza esteja no código e não diretamente nas planilhas.

It is still relatively uncommon for social scientists to share data or code as a part of the peer review process. I feel that this practice runs contrary to notions of replicability and reproducibility and have a desire to voice opposition to instances in which manuscripts are submitted without data and code. Where, however, is such opposition appropriately expressed? I am specifically curious about whether or not it is appropriate to refuse to review an article in the absence of code or data.

Fonte: Why aren’t people sharing their data and code? – Statistical Modeling, Causal Inference, and Social Science Statistical Modeling, Causal Inference, and Social Science

“Aula” de oito minutos

Não estou mais como tutor neste semestre, nos preparativos para a conclusão da tese, mas segue a leitura ocasional sobre a técnica de classe. A ideia aqui é interessante como complemento para as classes “flipadas” e o aumento da interatividade entre os alunos e professor.

I noticed that students had difficulty understanding the content in a way that enabled accurate and deep application without some framing from me. In short, I needed to lecture—at least a little. This is when I began the eight-minute lecture. If you’re worried that eight minutes is too long, I discovered that when students experience many short lectures throughout the semester, they learn to focus in those bursts, in part because they know the lecture will be brief.

Fonte: The Eight-Minute Lecture Keeps Students Engaged

Tesouro Nacional lança livro com guia para DEA

DEA é uma técnica de mensuração de eficiência que usei no meu primeiro trabalho na iniciação científica, sobre produção acadêmica nos cursos de pós filiados a ANPEC. Este livro do Tesouro sobre gasto público traz uma pequena resenha do método e mostra sua aplicação no R, software estatístico gratuito. No meu tempo, a gente usava o DEA-Solver que era um add-in de Excel que vinha em um livro. Download do livro no link.

A Secretaria do Tesouro Nacional lançou, na última terça-feira (23/06), o livro Avaliação da Qualidade do Gasto Público e Mensuração da Eficiência. O objetivo do trabalho, resultado da parceria do Tesouro Nacional com o Banco Mundial e com diversas instituições de ensino superior, é fomentar o debate sobre qualidade do gasto público e  disseminar técnicas de mensuração de eficiência do gasto.

via Tesouro Nacional lança livro sobre Qualidade do Gasto – Artigo Tesouro Nacional – STN.

Acesso aberto de periódicos? Vale a pena (#segundoestudos)

Assunto interessante, já falamos dele por aqui:

Poderíamos usar os recursos gastos globalmente em assinaturas de periódicos científicos por bibliotecas acadêmicas, centros de pesquisa e outros, e fazer sua transição, ou alterar sua proposta para custear a publicação destes mesmos periódicos e artigos em acesso aberto?

via Recursos gastos globalmente em assinaturas de periódicos podem ser completamente transferidos para um modelo de negócio de acesso aberto para liberar acesso aos periódicos? | SciELO em Perspectiva.

Como faço para que me leiam?

Boas dicas para divulgação de suas publicações no blog do Scielo.

Nilsson propõe algumas ações clássicas e convida outros pesquisadores a revelar seus conselhos úteis (tips).

  • Publicar preprints/postprints em repositórios como arXiv ou similares.

  • Levar uma boa quantidade de reprints para as próximas conferências em que comparecer.

  • Escrever um comunicado de imprensa em colaboração com o escritório ou assessoria de imprensa da sua universidade.

  • Enviar avisos a uma lista apropriada de e-mails.

  • Incluir cópias do artigo nos painéis de notícias nas cantinas das universidades que visita e trabalha.

via Como faço para que me leiam e me citem se não publico em elite-journals? | SciELO em Perspectiva.

Saiu na Revista de Economia Política!

Saiu o artigo! Já disponível para baixar no site da revista, mas ainda não no Scielo. O texto utiliza dados da minha dissertação de mestrado, retrabalhados.

Price synchronization in retailing: some empirical evidence

Marcelo Resende, Rodrigo Zeidan e Gabriel Rega

The paper investigates the synchronization of price changes in the context of retail tire dealers in São Paulo-Brazil and ed items in supermarkets for cleaning supplies and food in Rio de Janeiro-Brazil. Results indicate similar and non-negligible synchronization for different brands, although magnitudes are distant from a perfect synchronization pattern. We find interesting patterns in inter-firm competition, with similar magnitudes across different tire types. Intra-chain synchronization is substantial, indicating that a common price adjustment policy tends to be sustained for each chain across different products.

via Revista de Economia Política.