Análise de sentimento do COPOM com R (parte 3: analisando o sentimento)

Inspirado no artigo “Quando as palavras contam a história”, do Terraço Econômico, resolvi elaborar minha própria implementação do método, contribuindo para a comunidade. Vou mostrar então como eu fiz em alguns posts dessa série:

  1. Usando a base de dados
  2. Replicando a base de dados
  3. Analisando o sentimento

Nesse post eu vou explicar como fazer uma análise de sentimento básica.

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Análise de sentimento do COPOM com R (parte 2: replicando a base de dados)

Inspirado no artigo “Quando as palavras contam a história”, do Terraço Econômico, resolvi elaborar minha própria implementação do método, contribuindo para a comunidade. Vou mostrar então como eu fiz em alguns posts dessa série:

  1. Usando a base de dados
  2. Replicando a base de dados
  3. Analisando o sentimento

Nesse post eu vou explicar como eu fiz para baixar as atas do copom e ler elas no R.

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Análise de sentimento do COPOM com R (parte 1: usando a base de dados)

Inspirado no artigo “Quando as palavras contam a história”, do Terraço Econômico, resolvi elaborar minha própria implementação do método, contribuindo para a comunidade. Vou mostrar então como eu fiz em alguns posts dessa série:

  1. Usando a base de dados
  2. Replicando a base de dados
  3. Analisando o sentimento

Resolvi começar pelo final, divulgando a base de dados já pronta, para que os colegas possam já começar a criar suas próprias análise, nuvem de termos, contagem de palavras, etc.

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Ciência reprodutível com R

Segue o link para uma apresentação do pessoal da Microsoft de como utilizar a linguagem R para aumentar a reprodutibilidade de sua pesquisa. Este vem sendo um tema que tenho insistido nos últimos tempos e que tem crescido bastante, com novos métodos e recomendações práticas mais claras.

Yesterday, I had the honour of presenting at The Data Science Conference in Chicago. My topic was Reproducible Data Science with R, and while the specific practices in the talk are aimed at R users, my intent was to make a general argument for doing data science within a reproducible workflow. Whatever your tools, a reproducible process:Saves time,Produces better science,Creates more trusted research,Reduces the risk of errors, andEncourages collaboration.

Fonte: Reproducible Data Science with R

Saiu na Revista de Economia Política!

Saiu o artigo! Já disponível para baixar no site da revista, mas ainda não no Scielo. O texto utiliza dados da minha dissertação de mestrado, retrabalhados.

Price synchronization in retailing: some empirical evidence

Marcelo Resende, Rodrigo Zeidan e Gabriel Rega

The paper investigates the synchronization of price changes in the context of retail tire dealers in São Paulo-Brazil and ed items in supermarkets for cleaning supplies and food in Rio de Janeiro-Brazil. Results indicate similar and non-negligible synchronization for different brands, although magnitudes are distant from a perfect synchronization pattern. We find interesting patterns in inter-firm competition, with similar magnitudes across different tire types. Intra-chain synchronization is substantial, indicating that a common price adjustment policy tends to be sustained for each chain across different products.

via Revista de Economia Política.

Modelagem baseada em agente: primeiros passos

Aqui o Understanding Society mostra um bom guia para começar a olhar estes modelos baseados em agente que falei na semana passada e coloca algumas dúvidas sobre a viabilidade do projeto. Para ele (e concordo) quando os agentes são homogêneos podemos usar uma abordagem agregada. Mas quando é que algo é homogêneo? Me parece possível encaixar preceitos evolucionistas nessa abordagem.

Agent-based modeling is an intriguing new set of tools for computational social science. The techniques permit us to project forward the system-level effects of a set of assumptions about agent behavior and a given environment. What kinds of real social phenomena are amenable to treatment by the techniques of agent-based modeling? David O’Sullivan and his co-authors offer an assessment of this question in their contribution to a valuable recent handbook, Heppenstall et al, Agent-Based Models of Geographical Systems. (Andrew Crooks and Alison Heppenstall provide a valuable and clear introduction to ABM methodology in their contribution to the volume.)

via UnderstandingSociety: Domain of agent-based modeling methods.