FT: Fórmula Um e a teoria da firma

Race Engine

No artigo linkado abaixo do Financial Times o autor passa uma impressão de simplicidade no negócio da F1. Na verdade é um esporte organizado de um modo bem diferente de uma companhia comum.

A F1 é um exemplo excelente para a teoria da firma como nexo de contratos, conforme toda a literatura de Nova Economia Institucional, baseada no artigo do Coase (1937) e que deu origem a linhas de pensamento do tipo Williamson e North.

O que a organização possui é um contrato com as equipes que se comprometem a seguir os regulamentos técnicos e participar do campeonato organizado pela FOA em troca de um pagamento fixado, com algumas cláusulas de desempenho e outras de antiguidade (Ferrari recebe mais, por exemplo). É o tal Pacto da Concórdia que volta e meia querem rediscutir. Outros contratos estão no lado da receita, como propaganda, direitos televisivos e pagamentos feitos pelos donos de circuito para poderem participar da competição. Por cima disso existe o acordo com a FIA para que o campeonato seja reconhecido como  o “World Championship” oficial da entidade.

broken down to its essentials, F1 is fairly simple: three income streams – from race promotion, broadcasting and advertising.

Então, F1 não é tão simples assim.

via Formula One – FT.com.

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