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Dez regras para usar Git e GitHub

Um tema que venho pesquisando recentemente, desde o curso de inverno na UNICAMP sobre modelos baseados em agente é a questão do compartilhamento e da organização de versões de programação. O sistema Git de versionamento é uma forma de controle de versões e alterações do trabalho que tem utilidade muito maior do que apenas para os programadores puros. GitHub é um programa que facilita a interação entre o seu trabalho e os servidores de hospedagem. Nesse clima, segue um pequeno artigo sobre o tema.

Rule 1: Use GitHub to Track Your Projects:

The backbone of GitHub is the distributed version control system Git. Every change, from fixing a typo to a complete redesign of the software, is tracked and uniquely identified. Although Git has a complex set of commands and can be used for rather complex operations, learning to apply the basics requires only a handful of new concepts and commands and will provide a solid ground to efficiently track code and related content for research projects. Many introductory and detailed tutorials are available (see Table 2 below for a few examples). In particular, we recommend A Quick Introduction to Version Control with Git and GitHub by Blischak et al. [5].

Fonte: PLOS Computational Biology: Ten Simple Rules for Taking Advantage of Git and GitHub

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Restrição externa, hiato tecnológico e mudança estrutural no Brasil

Um artigo antigo sobre macro pra variar um pouco as coisas. Nesse artigo os autores, no contexto de um modelo de restrição externa ao crescimento, tentam mostrar como a acumulação de capital e a transformação estrutural da economia, podem contornar este dilema.

RESUMO
Os períodos de crescimento acelerado da economia brasileira do pós-guerra até a década de 1970 foram constrangidos pela restrição externa. Propomos neste artigo um modelo baseado em Kaldor, em que estabelecemos uma relação entre acumulação de capital, hiato tecnológico e restrição externa ao crescimento de longo prazo para economias periféricas. A hipótese básica do modelo é que a acumulação de capital, sob certas condições, pode contornar a restrição externa ao crescimento dessas economias desde que o esforço de acumulação seja capaz de produzir uma mudança estrutural no sentido de aumentar a participação relativa dos setores mais dinâmicos do ponto de vista tecnológico. Essa mudança estrutural irá resultar em um aumento gradual da elasticidade-renda das exportações e numa redução da elasticidade-renda das importações, aumentando assim a taxa de crescimento do produto real que é compatível com o equilíbrio de longo prazo do balanço de pagamentos. Ilustramos ao final do artigo que a economia brasileira do pós-guerra até os anos 1970 apresentou uma elevada taxa de acumulação de capital, aprofundando o processo de substituição de importações, o que na nossa interpretação contribuiu para parcialmente permitir relaxar a restrição externa ao crescimento de longo prazo.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-41612012000100006&lng=en&nrm=iso&tlng=en

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Multiplicadores Fiscais ao longo do ciclo

O Rodrigo Orair do IPEA, especialista em política fiscal, o mesmo que calcula o déficit estrutural do Brasil e que já vi palestrar, tirou segundo lugar no prêmio do Tesouro Nacional este ano com um trabalho de estimação dos multiplicadores fiscais ao longo do ciclo econômico, com um modelo STVAR. A conclusão dele é que os multiplicadores são maiores que um nos momentos de baixa e menores nos momentos de alta no ciclo, o que pode explicar por que usualmente trabalhos que utilizam coeficientes invariantes no tempo obtém o resultado de multiplicadores menores que um. Outro ponto importante é a separação da eficiência por instrumento de política. Por exemplo, as isenções FISCAIS sempre teriam multiplicador menor que um, independente da etapa do ciclo.

Segue o link: http://bit.ly/2fG18oE

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Modelo dinâmico de desequilíbrio financeiro

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Complexity Modelling in Economics: the State of the Art | Economic Thought

Nada novo neste artigo publicado no Economic Thought. Faz uma descrição básica do tema complexidade e propõe modelos baseados em agente. Não direciona porém qual modelo atualmente publicado seria um melhor ponto de partida (K+S?). Vale a leitura mais como uma primeira aproximação ao tema para quem ainda não embarcou.

Complexity Modelling in Economics: the State of the ArtBruna Bruno, Marisa Faggini, Anna Parziale

Abstract

The economic crisis happening across the world over the last few years describes a range of interdependencies and interactions,and has highlighted the fundamentalf laws of neoclassical economic theory: its unedifying focus on prediction and, above all, its inability to explain how the economy really works. As such, it is increasingly recognised that economic phenomena cannot be exclusively investigated as being derived from deterministic, predictable and mechanistic dynamics. Instead, a new approach is required by which history-dependence, organic and ever-evolving processes are also accounted for. As this view implies new challenges and opportunities for policy, we will focus our attention on innovative components of Complexity Theory for the study of economics and the evaluation of public policies.

Fonte: Complexity Modelling in Economics: the State of the Art | Economic Thought

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A base evolucionista do consumo

 

Muitas vezes sinto falta de abordagens do lado do consumo, especialmente sobre a motivação de compra. Este livro do Saad, comentado no artigo abaixo, trabalha este ponto através da psicologia aplicada na economia. Vai para a lista de leitura.

Over the last three to four decades, the social sciences have been subject to increasing examination under an evolutionary framework. Leading the charge into consumer and marketing theory has been Gad Saad, a pioneer of evolutionary consumer psychology who was responsible for the first evolutionary psychology papers to appear in any consumer and marketing journals.

Fonte: http://www.jasoncollins.org/2012/04/saads-the-evolutionary-bases-of-consumption/