Como faço para que me leiam?

Boas dicas para divulgação de suas publicações no blog do Scielo.

Nilsson propõe algumas ações clássicas e convida outros pesquisadores a revelar seus conselhos úteis (tips).

  • Publicar preprints/postprints em repositórios como arXiv ou similares.

  • Levar uma boa quantidade de reprints para as próximas conferências em que comparecer.

  • Escrever um comunicado de imprensa em colaboração com o escritório ou assessoria de imprensa da sua universidade.

  • Enviar avisos a uma lista apropriada de e-mails.

  • Incluir cópias do artigo nos painéis de notícias nas cantinas das universidades que visita e trabalha.

via Como faço para que me leiam e me citem se não publico em elite-journals? | SciELO em Perspectiva.

Example of an economics exam from Harvard University in 1953

Gabriel Rega:

Acho que não passaria de ano…

Publicado originalmente em Mostly Economics:

Prof. Ric Holt (of South Oregon Univ) shares this interesting copy of the exam paper (via a group mail on history of economic thought).

Just take a look at the economics questions asked in Universities  during those times. Needless to say all this has changed dramatically. Earlier it required understanding of history and economics, now it is just about math.As these guys determine the standards elsewhere as well, the disease has caught onto most parts of the world  (if not all):

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Os números de 2014

Logo quando eu estava me preparando para o post de resumo do ano… lá vem o WordPress e me facilita o trabalho. Destaque realmente para dois posts antigos que permanecem nas primeiras posições e destaque para os posts com utilidades: filtro de hedrick-prescott, forte todos os anos e (novo neste ano) o resumo do LaTex.

Abraços para todos e até o próximo ano!

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 1.100 vezes em 2014. Se fosse um bonde, eram precisas 18 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

Price Discrimination and Consumer Substitution

Interessante. O cara usa a lógica do modelo de Varian que eu usei na dissertação pra derivar um índice de preços que considere a substituição de bens.

We propose a method for constructing price indices when retailers use periodic sales to price-discriminate amongst heterogeneous customers. To do so, we introduce a model in which Loyal customers buy one brand and do not strategically time purchases, while Bargain Hunters always pay the lowest price available, the “best price”. We derive the ideal price index and demonstrate empirically that accounting for our best price construct substantially improves the match between conventional price indices and actual prices paid by consumers. We demonstrate that our methodology improves inflation measurement without imposing an unrealistically large burden on the data-collection agency.

via Best Prices: Price Discrimination and Consumer Substitution.

Book from the WEA- The Economics Curriculum: towards a radical transformation

Gabriel Rega:

Para os que se interessam pela parte de educação e de reforma curricular.

Publicado originalmente em WEA Pedagogy Blog:

curriculum

This  book from the World Economics Association (WEA) – edited by me and Jack Reardon and supported throughout by Grazia Ietto-Gillies – originated with a successful WEA online conference. The volume has been conceived with current and future economics students in mind: they will be the economists of the future.

One of the main ideas underlining the book is that “being an economist” in the XXI century requires a radical change in the training of economists and such change requires a global effort. A new economics curriculum is needed in order to improve the understanding of the deep interactions between economics and the political forces and the historical processes of social change. The need for trans-disciplinary and interdisciplinary work is highlighted.

None of us can change economics education on our own. It is within the spirit of global effort at fundamental change in economics education that this book directly contributes…

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Herbert Simon, Daniel Kahneman e Amos Tversky

Fica a dica de leitura.

Herbert Simon apresenta uma vasta produção acadêmica na qual propôs uma teoria da decisão econômica em torno do conceito de racionalidade limitada. O reconhecimento do meio complexo e dos limites cognitivos levaram-no a sustentar o frequente uso de heurísticas pelo ser humano. Novas abordagens têm sido desenvolvidas ao redor dessa ideia. Mais recentemente, Daniel Kahneman e Amos Tversky analizaram a relação entre heurísticas e vieses de comportamento e esta proposta tem ganhado espaço no mundo acadêmico. Este texto discute as contribuições de Simon, Kahneman e Tversky, e propõe a existência de complementaridade entre as mesmas, promissora para o desenvolvimento de uma teoria da decisão do agente econômico.

via Estudos Econômicos (São Paulo) – Heurísticas no estudo das decisões econômicas: contribuições de Herbert Simon, Daniel Kahneman e Amos Tversky.

De novo, ABM

Pequeno resumo nesse debate do que é ABM, o que dá pra fazer, se não é a mesma coisa de antes (não é)…

For those of you just tuning in, I’ll attempt to sort out this clüsterfüken shortly. For now it’s important to know that the heart of this debate is over what an ABM is or isn’t, and what economic researchers can or can’t do with them. And here everyone gets it slightly wrong. But everyone also gets it mostly right. After a few minor corrections, I believe all differences will be reconciled. However, in order to understand these minor differences we have to be able to see things through the lens of a programmer — the person who actually understands and decides how an ABM functions. After all: no software, no ABM.

via Introduction to Agent-Based Models with respect to the Future of Macroeconomics | Zachary David’s.