Novo volume World Economics Association

Atualização rápida só para informar o novo volume. Divirtam-se.

World Economics Association – Economic Thought – new issue

Vol 4, No 1, 2015

via World Economics Association.

Novo número da World Economics Review

Minha curiosidade vai para o último:

A Neoclassical Curmudgeon Looks at Heterodox Criticisms of Microeconomics          Donald W. Katzner

via World Economics Association.

Repostagem de Dani Rodrik’s weblog: Premature deindustrialization in the developing world

Até ele já está vendo…

Mention “deindustrialization,” and the image that comes to mind is that of advanced economies making their way into the post-industrial phase of development. In a new paper,[1] I show that the more dramatic trend is one of deindustrialization in the developing countries. This is a trend that is appropriately called premature deindustrialization, since it means that many (if not most) developing nations are becoming service economies without having had a proper experience of industrialization.

Latin America appears to be the worst hit region. But worryingly similar trends are very much in evidence in Sub-Saharan Africa too, where few countries had much industrialization to begin with. The only countries that seem to have escaped the curse of premature industrialization are a relatively small group of Asian countries and manufactures exporters. The advanced countries themselves have experienced significant employment de-industrialization. But manufactures output at constant prices has held its own comparatively well in the advanced world, something that is typically overlooked since so much of the discussion on deindustrialization focuses on nominal rather than real values.

via Dani Rodrik’s weblog: Premature deindustrialization in the developing world.

Como faço para que me leiam?

Boas dicas para divulgação de suas publicações no blog do Scielo.

Nilsson propõe algumas ações clássicas e convida outros pesquisadores a revelar seus conselhos úteis (tips).

  • Publicar preprints/postprints em repositórios como arXiv ou similares.

  • Levar uma boa quantidade de reprints para as próximas conferências em que comparecer.

  • Escrever um comunicado de imprensa em colaboração com o escritório ou assessoria de imprensa da sua universidade.

  • Enviar avisos a uma lista apropriada de e-mails.

  • Incluir cópias do artigo nos painéis de notícias nas cantinas das universidades que visita e trabalha.

via Como faço para que me leiam e me citem se não publico em elite-journals? | SciELO em Perspectiva.

Example of an economics exam from Harvard University in 1953

Gabriel Rega:

Acho que não passaria de ano…

Publicado originalmente em Mostly Economics:

Prof. Ric Holt (of South Oregon Univ) shares this interesting copy of the exam paper (via a group mail on history of economic thought).

Just take a look at the economics questions asked in Universities  during those times. Needless to say all this has changed dramatically. Earlier it required understanding of history and economics, now it is just about math.As these guys determine the standards elsewhere as well, the disease has caught onto most parts of the world  (if not all):

Ver original 425 mais palavras

Os números de 2014

Logo quando eu estava me preparando para o post de resumo do ano… lá vem o WordPress e me facilita o trabalho. Destaque realmente para dois posts antigos que permanecem nas primeiras posições e destaque para os posts com utilidades: filtro de hedrick-prescott, forte todos os anos e (novo neste ano) o resumo do LaTex.

Abraços para todos e até o próximo ano!

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 1.100 vezes em 2014. Se fosse um bonde, eram precisas 18 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

Price Discrimination and Consumer Substitution

Interessante. O cara usa a lógica do modelo de Varian que eu usei na dissertação pra derivar um índice de preços que considere a substituição de bens.

We propose a method for constructing price indices when retailers use periodic sales to price-discriminate amongst heterogeneous customers. To do so, we introduce a model in which Loyal customers buy one brand and do not strategically time purchases, while Bargain Hunters always pay the lowest price available, the “best price”. We derive the ideal price index and demonstrate empirically that accounting for our best price construct substantially improves the match between conventional price indices and actual prices paid by consumers. We demonstrate that our methodology improves inflation measurement without imposing an unrealistically large burden on the data-collection agency.

via Best Prices: Price Discrimination and Consumer Substitution.